7ª Semana do Tempo Comum – Quinta-feira 23/05/13
Primeira Leitura (Eclo 5,1-10)
Responsório (Sl 1)
Evangelho (Mc 9,41-50)
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Ação de Gerações
O Grupo do Terço dos Homens de União tem a presença de crianças, adolescentes, adultos e da terceira idade. Não ha choque de gerações, mas inclusão dessas gerações em torno de Maria.
Aniversariantes da semana
Os aniversariantes da semana. 18/05, nosso amigo "Chiquinho do Cartório" completou 25 anos que fixou residencia em União e 23 anos de casado com D. Laurita. Dia 25/05, Sr "Raimundinho da AABB" completará 74 anos. Que benção. Que Maria os proteja, sempre!!
O Santo do Dia - 22.05.13
Santa Rita de Cássia
Não são poucos os santos que chegaram à santidade
por meio de um longo processo de aperfeiçoamento espiritual através do que os
moralistas acharam os "três estados de vida": casamento, viuvez, vida
religiosa. Na idade Moderna, poderíamos lembrar, entre outros, de S. Francisco
de Borja, governador e duque, que se fez jesuíta depois de perder a esposa e
casar seus filhos, chegando a ser terceiro geral da Companhia de Jesus; S.
Afonso Rodrigues, também jesuíta, após a morte de sua esposa a de suas duas
filhas; Santa Francisca Romana, fundadora das Oblatas de Maria; Santa Luíza de
Marillac, fundadora das Irmãs da Caridade; Santa Francisca Fremiot de Chantal,
fundadora das Salesas...
Santa Rita de Cássia (1381-1457) petenceu a este grupo, pois ela também foi casada, Viúva e religiosa. Há, contudo, uma diferença fundamental entre ela e os Santos acima mencionados: o casamento não foi para ela, como para Francisco de Borja ou Luíza de Marillac, uma etapa de harmonioso crescimento espiritual, mas um período de terrível provação.
Casada aos treze anos, teve de suportar durante dezoito longos anos os excessos de um marido duro e cruel. Quando morreu assassinado, Rita ofereceu a Deus a vida de seus dois filhos, João e Paulo Maria, determinados a vingar a morte do pai. Os dois morreram antes de consumar a vingança. Pede então ser admitida no convento das freiras agostinianas. E-lhe negado por não ser virgem. Insiste três vezes. A lenda revestiu poeticamente esse fato, fazendo-a ser introduzida no convento milagrosamente por seus três santos protetores. Por isso é invocada como advogada dos impossíveis.
Santa Rita de Cássia (1381-1457) petenceu a este grupo, pois ela também foi casada, Viúva e religiosa. Há, contudo, uma diferença fundamental entre ela e os Santos acima mencionados: o casamento não foi para ela, como para Francisco de Borja ou Luíza de Marillac, uma etapa de harmonioso crescimento espiritual, mas um período de terrível provação.
Casada aos treze anos, teve de suportar durante dezoito longos anos os excessos de um marido duro e cruel. Quando morreu assassinado, Rita ofereceu a Deus a vida de seus dois filhos, João e Paulo Maria, determinados a vingar a morte do pai. Os dois morreram antes de consumar a vingança. Pede então ser admitida no convento das freiras agostinianas. E-lhe negado por não ser virgem. Insiste três vezes. A lenda revestiu poeticamente esse fato, fazendo-a ser introduzida no convento milagrosamente por seus três santos protetores. Por isso é invocada como advogada dos impossíveis.
Santa Catarina de Gênova
No século XV, os partidos: guelfi e ghibellini eram
os dominantes em Gênova, alternando-se no governo da cidade, por meio de lutas
sangrentas. Mas quando Catarina Fieschi nasceu, no ano de 1447, as famílias da
nobreza que pertenciam à essas facções políticas, já conviviam em paz, que era
mantida pelos casamentos acordados entre si. Ela também teve de se submeter à
essa situação, pois, seus pais: Tiago e Francisca, fidalgos do guelfi, a deram
em casamento ao jovem Juliano, da aristocrata família Adorno, do ghibellini.
A união foi chamada de bizarra. Juliano era muito rico, mas irresponsável, desregrado, jogador e de caráter duvidoso. Enquanto Catarina, com apenas dezesseis anos, era religiosa, sensível e muito caridosa, que ao invés de se casar desejava poder ter seguido a vida religiosa como sua irmã Limbânia o fizera.
Ela viveu sob a influencia negativa do marido, divida entre as futilidades da corte e as obras de caridade. Um verdadeiro conflito entre os pecados e o remorso. Aos vinte e seis anos de idade, depois de visitar a irmã Limbânia no mosteiro, quando tudo lhe parecia perdido, sem solução e salvação, Catarina resolveu viver no seguimento de Jesus, para se dedicar aos pobres e aos doentes.
Sua conversão foi tão sincera, radical e transparente que Juliano se converteu também. Colocando todo seu patrimônio à disposição dos necessitados e deixando os palácios suntuosos, os dois ingressaram na Ordem terceira dos franciscanos e foram morar no hospital de Pammatone. Nessa época, devido às freqüentes invasões de conquistadores, os soldados haviam trazido a sífilis e a peste, que se tornaram epidemias crônicas, atingindo toda a população, rica e pobre. Eles passaram a cuidar desses doentes.
Catarina realizou o seu desejo de renovação espiritual praticando a caridade entre os mais contaminados e desenganados. Juliano depois de alguns anos morreu, em 1497. Ela continuou cada vez mais despojada de tudo, servindo à Deus na total entrega aos pobres mais doentes e abandonados.
Ao seu redor se juntou um grupo de seguidores entre os quais o humanista genovês Heitor Vernazza. Ela à todos dizia: "Não se encontra caminho mais breve, nem melhor, nem mais seguro para a nossa salvação do que esta nupcial e doce veste da caridade". Enquanto isso a fama de sua santidade corria entre os fiéis.
Catarina nessa íntima comunhão com Deus foi premiada com dons especiais da profecia, conselho e cura. Em 1507, com o físico enfraquecido e pelo constante contato com os mais contaminados, adoeceu e nunca mais se recuperou. Morreu no dia 15 de setembro de 1510.
Logo o seu culto se propagou, sendo confirmado pelo Papa Clemente XII em 1737, quando canonizou Santa Catarina Fieschi Adorno, mais conhecida como Santa Catarina de Gênova. Ela é festejada pela diocese de Gênova no dia 12 de setembro. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 22 de maio.
A união foi chamada de bizarra. Juliano era muito rico, mas irresponsável, desregrado, jogador e de caráter duvidoso. Enquanto Catarina, com apenas dezesseis anos, era religiosa, sensível e muito caridosa, que ao invés de se casar desejava poder ter seguido a vida religiosa como sua irmã Limbânia o fizera.
Ela viveu sob a influencia negativa do marido, divida entre as futilidades da corte e as obras de caridade. Um verdadeiro conflito entre os pecados e o remorso. Aos vinte e seis anos de idade, depois de visitar a irmã Limbânia no mosteiro, quando tudo lhe parecia perdido, sem solução e salvação, Catarina resolveu viver no seguimento de Jesus, para se dedicar aos pobres e aos doentes.
Sua conversão foi tão sincera, radical e transparente que Juliano se converteu também. Colocando todo seu patrimônio à disposição dos necessitados e deixando os palácios suntuosos, os dois ingressaram na Ordem terceira dos franciscanos e foram morar no hospital de Pammatone. Nessa época, devido às freqüentes invasões de conquistadores, os soldados haviam trazido a sífilis e a peste, que se tornaram epidemias crônicas, atingindo toda a população, rica e pobre. Eles passaram a cuidar desses doentes.
Catarina realizou o seu desejo de renovação espiritual praticando a caridade entre os mais contaminados e desenganados. Juliano depois de alguns anos morreu, em 1497. Ela continuou cada vez mais despojada de tudo, servindo à Deus na total entrega aos pobres mais doentes e abandonados.
Ao seu redor se juntou um grupo de seguidores entre os quais o humanista genovês Heitor Vernazza. Ela à todos dizia: "Não se encontra caminho mais breve, nem melhor, nem mais seguro para a nossa salvação do que esta nupcial e doce veste da caridade". Enquanto isso a fama de sua santidade corria entre os fiéis.
Catarina nessa íntima comunhão com Deus foi premiada com dons especiais da profecia, conselho e cura. Em 1507, com o físico enfraquecido e pelo constante contato com os mais contaminados, adoeceu e nunca mais se recuperou. Morreu no dia 15 de setembro de 1510.
Logo o seu culto se propagou, sendo confirmado pelo Papa Clemente XII em 1737, quando canonizou Santa Catarina Fieschi Adorno, mais conhecida como Santa Catarina de Gênova. Ela é festejada pela diocese de Gênova no dia 12 de setembro. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 22 de maio.
Santa Júlia
Júlia nasceu no século V, em Cártago. Viveu feliz
até que um dia, os vândalos chefiados pelo sanguinário rei Genserico invadiram
sua cidade e a dominaram. Os pagãos devastaram a vida da comunidade como um
furacão. Mataram muitos católicos, profanaram os templos, trucidaram os
sacerdotes e venderam os cidadãos como escravos.
A vida de Júlia passou do paraíso ao inferno de forma rápida e terrível. De jovem cristã, nobre e belíssima, que levava uma vida tranqüila e em paz com Deus, viu-se condenada às mais terríveis privações. Mas, mesmo vendo trocadas a fortuna pela miséria, a veneração pelo desprezo, a independência pela obediência, enfim, a liberdade pela escravidão, Júlia não se abalou.
A tradição conta que ela foi vendida para Eusébio, um negociante sírio. Mas a bondade e a resignação da moça, que encontrava na fé cristã o bálsamo para todas as dores, comoveram seu amo, que passou a respeitá-la e exigir o mesmo de todos, nunca permitindo que fosse molestada. Chegou a autorizar até que ela dedicasse algumas horas do dia às orações e leituras espirituais.
Certa vez ele viajou para a Europa e, entre os vários escravos que o acompanhavam, estava a bela e inteligente Júlia. Na ilha francesa da Córsega realizavam-se festas pagãs quando a comitiva de Eusébio chegou. Ele e todos os demais se dirigiram a um templo dos deuses locais para prestar suas homenagens, mas Júlia recusou-se a entrar. Ajoelhou-se à porta do templo e passou a rezar para que Deus mostrasse aos pagãos a Palavra de Jesus, caminho da verdade.
A atitude chamou a atenção e chegou aos ouvidos do governador Félix. Este convidou Eusébio para um banquete e propôs comprar a escrava Júlia por um preço absurdo, ou trocá-la pelas quatro mais belas escravas do seu palácio. Contudo o comerciante recusou. Enraivecido pela paixão que Júlia despertara, embebedou o comerciante, cercou-o de mulheres exuberantes e tomou a escrava à força, enquanto Eusébio dormia.
Júlia se manteve firme e não se curvou. Recusou a liberdade oferecida pelo governador em troca do sacrifício aos deuses e de ceder aos seus desejos. Félix irado esbofeteou-a até que sangrasse abundantemente pelo nariz, depois mandou que fosse flagelada e, por fim, crucificada como Cristo e atirada ao mar. Quando Eusébio acordou era tarde.
Ela aceitou o sofrimento como uma forma de demonstrar à Deus seu amor, contribuindo para que o cristianismo crescesse e desse frutos, sem renegar a sua fé em Cristo, morrendo como seu Mestre. O seu corpo foi encontrado ainda pregado na cruz, boiando no mar pelos monjes do convento da ilha vizinha de Gor-gona. Depois eles o transportaram para a ilha, tiram-no da cruz, o ungiram e o colocaram num sepulcro.
Júlia não ficou esquecida alí, seu culto se difundiu e chegou à Itália. No ano 762, a rainha Ansa, esposa do rei lombardo Desidério, mandou trasladar as relíquias de Santa Júlia para a Brescia, propagando ainda mais sua veneração entre os féis. Um ano depois o Papa Paulo I consagrou à ela uma Igreja naquela cidade. A festa litúrgica de Santa Júlia, a mártir da Córsega, ilha da qual é a padroeira, ocorre no dia 22 de maio.
A vida de Júlia passou do paraíso ao inferno de forma rápida e terrível. De jovem cristã, nobre e belíssima, que levava uma vida tranqüila e em paz com Deus, viu-se condenada às mais terríveis privações. Mas, mesmo vendo trocadas a fortuna pela miséria, a veneração pelo desprezo, a independência pela obediência, enfim, a liberdade pela escravidão, Júlia não se abalou.
A tradição conta que ela foi vendida para Eusébio, um negociante sírio. Mas a bondade e a resignação da moça, que encontrava na fé cristã o bálsamo para todas as dores, comoveram seu amo, que passou a respeitá-la e exigir o mesmo de todos, nunca permitindo que fosse molestada. Chegou a autorizar até que ela dedicasse algumas horas do dia às orações e leituras espirituais.
Certa vez ele viajou para a Europa e, entre os vários escravos que o acompanhavam, estava a bela e inteligente Júlia. Na ilha francesa da Córsega realizavam-se festas pagãs quando a comitiva de Eusébio chegou. Ele e todos os demais se dirigiram a um templo dos deuses locais para prestar suas homenagens, mas Júlia recusou-se a entrar. Ajoelhou-se à porta do templo e passou a rezar para que Deus mostrasse aos pagãos a Palavra de Jesus, caminho da verdade.
A atitude chamou a atenção e chegou aos ouvidos do governador Félix. Este convidou Eusébio para um banquete e propôs comprar a escrava Júlia por um preço absurdo, ou trocá-la pelas quatro mais belas escravas do seu palácio. Contudo o comerciante recusou. Enraivecido pela paixão que Júlia despertara, embebedou o comerciante, cercou-o de mulheres exuberantes e tomou a escrava à força, enquanto Eusébio dormia.
Júlia se manteve firme e não se curvou. Recusou a liberdade oferecida pelo governador em troca do sacrifício aos deuses e de ceder aos seus desejos. Félix irado esbofeteou-a até que sangrasse abundantemente pelo nariz, depois mandou que fosse flagelada e, por fim, crucificada como Cristo e atirada ao mar. Quando Eusébio acordou era tarde.
Ela aceitou o sofrimento como uma forma de demonstrar à Deus seu amor, contribuindo para que o cristianismo crescesse e desse frutos, sem renegar a sua fé em Cristo, morrendo como seu Mestre. O seu corpo foi encontrado ainda pregado na cruz, boiando no mar pelos monjes do convento da ilha vizinha de Gor-gona. Depois eles o transportaram para a ilha, tiram-no da cruz, o ungiram e o colocaram num sepulcro.
Júlia não ficou esquecida alí, seu culto se difundiu e chegou à Itália. No ano 762, a rainha Ansa, esposa do rei lombardo Desidério, mandou trasladar as relíquias de Santa Júlia para a Brescia, propagando ainda mais sua veneração entre os féis. Um ano depois o Papa Paulo I consagrou à ela uma Igreja naquela cidade. A festa litúrgica de Santa Júlia, a mártir da Córsega, ilha da qual é a padroeira, ocorre no dia 22 de maio.
Liturgia Diaria para 22 de maio de 2013
Dia:
22/05/2013
VII SEMANA COMUM
(verde - ofício do dia)
(verde - ofício do dia)
Primeira Leitura: Eclesiástico 4, 12-22
Salmo Responsorial(118)
REFRÃO: Os que amam vossa lei, têm grande paz!
Evangelho: Marcos
9, 38-40
Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo Marcos - Naquele tempo,38João disse-lhe: Mestre,
vimos alguém, que não nos segue, expulsar demônios em teu nome, e lho
proibimos. 39Jesus, porém, disse-lhe: Não lho proibais, porque
não há ninguém que faça um prodígio em meu nome e em seguida possa falar mal de
mim. 40Pois quem não é contra nós, é a nosso favor. - Palavra
da salvação.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Novos membros
Acolhemos aos novos membros do Grupo do Terço dos Homens. Nesta terça, 21, eles compareceram pela primeira vez e se dizem maravilhados e que continuaram a frequentar os encontros.
Terço dos Homens dia 21 de maio de 2013
A Nossa Fé !!! Pode um cristão ser espírita ou umbandista e freqüentar suas sessões?
Resposta: NÃO
Falando mesmo de Santos, de caridade, de oração e boas obras, o espiritismo
segue apenas as orientações de seu codificador, Allan Kardec, que ( no seu
livro de Médiuns, 2ª edição, pág. 336) recomenda iludir os cristãos aceitando
no começo sua convicções para depois pouco a pouco lhas tirar.
Já o famoso escritor do espiritismo no Brasil, Dr. Carlos Imbassahy,
escreve claramente; "Nem a Bíblia prova ( para nós) coisa alguma ... O
espiritismo não é um ramo do cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não
assenta seus princípios nas Escrituras ( Sagradas )... A nossa base é o ensino
dos espíritos. Daí o nome espiritismo."( À margem do espiritismo,
pág.219).
Daí vale para os cristãos a advertência de Jesus: "Cuidai-vos dos
falsos profetas que se apresentam em pele de ovelha, mas por dentro são lobos
vorazes."( Mt 7,15).
b) O que diz a Bíblia sobre as práticas espíritas?
RESPOSTA: Lemos em Dt 18,9-14: "Não se achará no meio de ti quem
pratique a adivinhação, o sortilégio, a magia, o espiritismo, a evocação dos
mortos: porque todo homem que fizer tais coisas constitui uma abominação para o
Senhor."
Lev 20,6-27: "Se uma pessoa recorrer aos espíritas, adivinhos, para
andar atrás deles, voltarei minha face contra essa pessoa e a exterminarei do
meio do meu povo." "Qualquer mulher ou homem que evocar espíritos,
será punido de morte."
c) Nas sessões espíritas, há realmente contatos com os espíritos do
além?
RESPOSTA: Não! Eis um de muito exemplos. Uma senhora nascida na
Argentina, mas residente, há anos em Curitiba, narra o seguinte:
"Faz alguns anos morreu minha filha. Os espíritas me procuraram,
prometendo-me que me poriam em comunicação com ela. Eu, aflitíssima como
estava, aceitei e fui à sessão. Quando o chefe dos trabalhos me anunciou a
presença dela, comecei, é claro, a falar em espanhol, língua essa que, em casa,
nos era mais familiar. Mas para meu grande desapontamento, minha filha havia
esquecido o espanhol e somente sabia falar em português. Minha decepção cresceu
de ponto, atingindo o clímax, quando pedi que ela me dissesse, para maior
garantia de identificação, o apelido que ela tinha em casa. Até seu próprio
apelido ela havia esquecido. Isto era demais. Levantei-me indignada, lançando
em rosto dos responsáveis pela sessão, essa verdadeira palhaçada que estavam
cometendo comigo. Em conseqüência disso, não quero nem falar em Espiritismo."
A revista norte-americana , "Womans Companion", para
experimentar a veracidade ou mentira dos médiuns espíritas, inventou uma
história sobre um tal soldado George Bertlett de 27 anos, falecido na invasão
de Okinawa, que deixou a viúva, Bárbara, com dois filhos e 5.000 dólares.
Agora os repórteres desta revista, disfarçados, perguntaram a 20
diferentes médiuns espíritas, em nome da viúva Bárbara: O que devia fazer com
os 5.000 dólares; e se devia casar-se novamente, com um funcionário do banco e
ir morar em Nova York.
A resposta dos médiuns eram todas diferentes, às vezes contraditórias e
fantásticas. Mas nenhum médium declarou: "Não consigo comunicar-se com o
espírito de seu marido, porque este não existe, nem a inventada viúva
Bárbara!" ¾ E só esta resposta teria sido a verdadeira!
Autor: Pe. Vicente, SVD
O Santo do Dia - 21.05.13
Santo Eugênio de
Mazemod
Carlos José Eugênio de Mazemod, este
era seu nome de batismo. Ele nasceu na bela cidade Aix-en-Provance, sul da
França, no dia 01 de agosto de 1782. Seu pai era um nobre e presidia a Corte
dos Condes da Provença. Sua mãe pertencia à uma família burguesa muito rica.
Teve duas irmãs: Antonieta e Elisabete, que morreu aos cinco anos de idade.
Sua infância foi tranqüila até 1790, quando a família teve que fugir da
Revolução Francesa, deixando todos os bens e indo para a Itália, onde
permaneceram durante onze anos, vivendo de cidade em cidade. Nesse período seus
pais também se separam. A mãe deixou Eugênio com o pai na Itália e foi para a
França, tentar reaver os bens confiscados.
Tudo isso influenciou a personalidade do menino, de maneira positiva e
negativa, cujo reflexo foi uma séria crise de identidade na adolescência.
Embora Eugênio antes do exílio tivesse dado mostras de sua vocação religiosa,
ela foi sufocada por esses problemas e pela lacuna existente na sua formação
intelectual, devido a falta de uma moradia fixa. Mas seu caráter forte
permaneceu por toda a vida, como sua marca pessoal.
Foi através do padre Bartolo Zinelli, durante o período que morou em Veneza
entre 1794 e 1797, que Eugênio teve contato concreto com a vida de fé. E ao
retornar para a França em 1802, então com vinte anos de idade, amadureceu a
idéia de ingressar para a vida religiosa, seguindo sua vocação primeira. Em
1808, entrou no seminário de São Sulpício em Paris, recebendo a ordenação em
Amiens, três anos depois.
Retornou para sua cidade natal, dedicando seu apostolado à pregação. Levou a
Palavra de Cristo aos camponeses pobres, aos prisioneiros e aos doentes
abandonados, à todos dando os Sacramentos como único meio de recompor os
valores cristãos, num momento novo para o país tão desgastado e sem rumo.
Outros padres se juntam à ele nessa missão, por isso decidiu em 1816, fundar a
"Sociedade dos Missionários da Provença", que depois mudou o nome
para "Oblatos de Maria Imaculada", recebendo todas as aprovações da
Igreja.
Eugênio foi então nomeado vigário geral da diocese de Marselha, da qual depois
foi nomeado bispo, cargo que exerceu durante trinta e sete anos. Foram muitos
os problemas com as autoridades que governaram Paris, com a elite social e até
com alguns membros eclesiásticos que não concordavam com as regras de vida em
comum, estabelecidas por ele.
Mas o povo pobre o queria, amava e respeitava. Assim continuou governando a
diocese e os Oblatos, que se desenvolveram e foram pregar a Palavra de Cristo
fora dos domínios da Europa, nos Estados Unidos, Canadá e México, depois também
na África e na Ásia, levando esse carisma missionário da congregação.
Eugênio de Mazemod morreu no dia 21 de maio de 1861, na sua querida Marselha.
Muitas foram as graças atribuídas à sua intercessão. O Papa João Paulo II o
declarou santo em 1995. A solenidade contou com a presença de representantes
dos sessenta e oito paises onde os Oblatos, já estavam fixados.
Liturgia Diaria para 21 de maio de 2013
Dia:
21/05/2013
VII SEMANA COMUM
(verde - ofício do dia)
Primeira Leitura: Eclesiástico 2, 1-13
(verde - ofício do dia)
Primeira Leitura: Eclesiástico 2, 1-13
Salmo Responsorial(36)
Evangelho: Marcos
9, 30-37
Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo Marcos - Naquele tempo,30Tendo partido dali,
atravessaram a Galiléia. Não queria, porém, que ninguém o soubesse. 31E
ensinava os seus discípulos: O Filho do homem será entregue nas mãos dos
homens, e matá-lo-ão; e ressuscitará três dias depois de sua morte. 32Mas
não entendiam estas palavras; e tinham medo de lho perguntar. 33Em
seguida, voltaram para Cafarnaum. Quando já estava em casa, Jesus
perguntou-lhes: De que faláveis pelo caminho? 34Mas eles
calaram-se, porque pelo caminho haviam discutido entre si qual deles seria o
maior. 35Sentando-se, chamou os Doze e disse-lhes: Se alguém
quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos. 36E
tomando um menino, colocou-o no meio deles; abraçou-o e disse-lhes: 37Todo
o que recebe um destes meninos em meu nome, a mim é que recebe; e todo o que
recebe a mim, não me recebe, mas aquele que me enviou. - Palavra da salvação.
domingo, 19 de maio de 2013
A Nossa Fé!!! ?? O que significa ser cristão? Como alguém pode se tornar cristão?
Foi no primeiro século
d.C., em Antioquia da Síria, que os seguidores de Jesus passaram a ser chamados cristãos. Cristãos são pessoas
que reconhecem em Jesus Cristo a solução de Deus para o problema do pecado.
Quando não é entendido
corretamente, o conceito de pecado pode ser percebido como ofensivo ou
ridículo. Muitas pessoas acham que pecar significa quebrar regras
"divinas" de comportamento. Mas a Bíblia ensina que: (a) pecado é
rebeldia contra Deus; (b) "o salário do pecado é a morte" (Rom
6.23).
Paulo de Tarso, um dos
principais líderes das primeiras comunidades cristãs, escreveu: "Deus dá prova do seu amor
para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por
nós" (Rom 5.8). Em outra
ocasião, ele escreveu:"somos dominados pelo amor que Cristo tem por
nós... Ele morreu por todos para que os que vivem não vivam mais para si
mesmos, mas vivam para aquele que morreu e ressuscitou para a salvação
deles" (2 Cor 5.14-15).
Desta forma Jesus tornou possível que cristãos de todas as épocas e tradições
afirmem juntamente com William Daniel Phillips (Prêmio Nobel de Física de
1997): "Creio em Deus
como criador e como amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage
conosco".
A Bíblia ensina - e a
experiência individual comprova - que se tornar cristão significa transformação
de vida. Paulo de Tarso explica isto da seguinte forma: "Quem está unido com Cristo é
uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo. Tudo isso
é feito por Deus, o qual, por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em
amigos dele" (2 Cor
5.17-18).
O primeiro passo para se
tornar cristão é o arrependimento, que não consiste apenas em lamentar esta ou
aquela má ação, mas inclui: (a) o reconhecimento da nossa rebeldia contra Deus,
e (b) o desejo de mudança. O segundo passo é aceitar que a solução para nossa
condição é Jesus Cristo e aquilo que ele fez por nós. Para tal é preciso ter,
obviamente, uma noção básica a respeito de Jesus Cristo. Os evangelhos de
Mateus, Marcos, Lucas e João contém informações de primeira mão sobre Jesus,
sua vida e obra. Um texto derivado destes, cuja leitura também tem sido útil a
muitas pessoas é Cristianismo puro e simples, de C.S. Lewis,
um dos grandes professores de literatura da Universidade de Cambridge.
Tornar-se cristão tem um
aspecto individual e outro corporativo. Quando nos tornamos cristãos o fazemos
pessoalmente, por exemplo, numa oração; mas também o fazemos de forma pública,
ao nos tornarmos membros de uma igreja local (comunidade cristã). João escreve
aos cristãos: "A mensagem
que vocês ouviram desde o princípio é esta: Que nos amemos uns aos outros" (1 João 3.11). Nas igrejas e
através delas temos oportunidades de praticar isso. É difícil viver uma vida
cristã sem um grupo de amigos cristãos, sem uma comunidade que crê o que você
também crê.
Mas há céticos com relação
às igrejas, pois de uma forma ou de outra cristãos e suas comunidades
desapontaram muitas pessoas. Isto não surpreende realmente; comunidades cristãs
nunca foram (e nunca serão) comunidades perfeitas. De fato, Paulo de Tarso
alertou que "entrarão no
meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho ... se levantarão homens
que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si" (Atos 20.29). Assim, um pouco de
pesquisa e uma pitada de discernimento são importantes para escolher a sua
comunidade cristã.
O Santo do Dia - 20.05.13
Colomba de Rieti (Bem-aventurada)
Angelina Guadanholi
nasceu numa família da aristocracia italiana, no dia 02 de fevereiro de 1467,
na cidade de Rieti. O dia do seu batizado foi marcante e muito curioso. No
mesmo instante que o padre lhe ministrava o batismo desceu sobre sua cabeça uma
pomba branca, talvez como um símbolo da infinidade de graças que o Espírito
Santo colocou em sua alma. Por isso, ficou conhecida como Colomba, que
significa "pomba".
Colomba, desde a infância, consagrou seu coração e sua vida ao amor à Jesus
Cristo, como fizeram São Domingos e Santa Catarina com quem conviveu e dos
quais foi discípula. Por si mesma e com firmeza seguiu o caminho para a
santidade. A tradição diz que, ainda no berço procurava se privar da
amamentação. Sua infância foi repleta de penitências severas que só podem ser
equiparadas àquelas dos adultos mais santificados. Aos dez anos ela consagrou
sua virgindade à Jesus, mesmo sabendo que seus pais tinham assumido um
casamento para ela. Mas, o acerto das núpcias foi desfeito quando apareceu com
a cabeça raspada diante dos pais, que ficaram comovidos com a real vocação da
filha.
Iniciou sua formação religiosa no convento dominicano da Ordem terceira, e teve
como orientadores espirituais: Santa Catarina, a quem ela chama de
"irmã", e São Domingos de quem recebeu o hábito, em 1496. Colomba era
de fato muito especial, além da alta capacidade contemplativa, contava com dons
extraordinários, como o da profecia, do conselho, da cura e sabia perceber,
como ninguém, os sentimentos da alma humana. Aos dezenove anos, atendendo uma
inspiração foi para a cidade de Perúgia, onde fundou um convento dominicano da
Ordem terceira, para a educação das jovens da nobreza. Mas, seu apostolado foi
muito fecundo também fora do convento, onde se tornou uma verdadeira "pomba
da paz e da concórdia" na luta que existia entre as poderosas famílias da
nobreza, que disputavam a região. Colomba conseguiu impedir inúmeras lutas
sangrentas que poderiam ter destruído, várias vezes, a cidade de Perúgia.
Ela morreu aos trinta e três anos de idade, no dia 20 de maio de 1501, no
convento que havia fundado em Perúgia. Em 1627, foi beatificada pelo papa
Urbano VIII, que declarou Colomba de Rieti, padroeira de Perúgia.
São Bernardino de Sena
Hoje comemoramos São
Bernardino de Sena, nascido em Massa Carrara, perto de Sena no ano de 1380.
Ficou órfão de mãe quando tinha apenas três anos de idade, e o seu pai aos sete
anos. Era descendente de uma influente família italiana, Albizzedchi, e foi criado
por suas tias que eram muito rígidas. Freqüentou universidade e ingressou na
Ordem Franciscana aos 22 anos no convento de Colombaio. Era muito devoto de
Nossa Senhora.
São Bernardino depois de sua ordenação como padre, percorrendo toda a Itália,
pregando o Evangelho. Seus sermões era concorridíssimos e sempre surdiam
efeitos maravilhosos nas pessoas, propagava a devoção ao nome de Jesus,
simbolizada pelas três letras iniciais do nome de Jesus: JHS (Jesus Salvador
dos Homens), que hoje são conhecidas por todos os católicos do mundo inteiro.
Ele foi um dos mais famosos pregadores da Itália do século XV, assim como São
Vicente Ferrer e São João de Capistrano.
São Bernardino morreu aos 64 anos de idade em Áquila, onde está sepultado, no
ano de 1444.
Liturgia Diaria para 20 de maio de 2013
Dia: 20/05/2013
VII
SEMANA COMUM *
(verde - ofício do dia da III semana do saltério)
(verde - ofício do dia da III semana do saltério)
Primeira Leitura: Eclesiástico 1, 1-10
Salmo
Responsorial(92)
Evangelho: Marcos
9, 14-29
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos - Naquele tempo,14Depois,
aproximando-se dos discípulos, viu ao redor deles grande multidão, e os
escribas a discutir com eles. 15Todo aquele povo, vendo de
surpresa Jesus, acorreu a ele para saudá-lo. 16Ele lhes
perguntou: Que estais discutindo com eles? 17Respondeu um homem
dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que tem um expírito mudo. 18Este,
onde quer que o apanhe, lança-o por terra e ele espuma, range os dentes e fica
endurecido. Roguei a teus discípulos que o expelissem, mas não o puderam.19Respondeu-lhes
Jesus: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos hei de
aturar? Trazei-mo cá! 20Eles lho trouxeram. Assim que o menino
avistou Jesus, o espírito o agitou fortemente. Caiu por terra e revolvia-se
espumando. 21Jesus perguntou ao pai: Há quanto tempo lhe
acontece isto? Desde a infância, respondeu-lhe. 22E o tem
lançado muitas vezes ao fogo e à água, para o matar. Se tu, porém, podes alguma
coisa, ajuda-nos, compadece-te de nós! 23Disse-lhe Jesus: Se
podes alguma coisa!... Tudo é possível ao que crê. 24Imediatamente
exclamou o pai do menino: Creio! Vem em socorro à minha falta de fé! 25Vendo
Jesus que o povo afluía, intimou o espírito imundo e disse-lhe: Espírito mudo e
surdo, eu te ordeno: sai deste menino e não tornes a entrar nele. 26E,
gritando e maltratando-o extremamente, saiu. O menino ficou como morto, de modo
que muitos diziam: Morreu... 27Jesus, porém, tomando-o pela
mão, ergueu-o e ele levantou-se. 28Depois de entrar em casa, os
seus discípulos perguntaram-lhe em particular: Por que não pudemos nós
expeli-lo? 29Ele disse-lhes: Esta espécie de demônios não se
pode expulsar senão pela oração. - Palavra da salvação.
A Nossa Fé!!!! Sexo antes do casamento
Como orientar minha filha que está tendo um
relacionamento com o namorado e partilha comigo que está tendo uma vida sexual
ativa? Como devo tratar esse assunto?
Querido irmão em Cristo, o relacionamento
pré-matrimonial é uma realidade presente em tantas situações que já encontramos
pessoas que tratam como normal. Não pode ser considerada normal em toda e
qualquer situação, por mais "careta" que pareça. Em se tratando de
pessoas maiores de idade, mesmo assim, o relacionamento não é saudável e é
menos saudável quando isto se dá sem a idade suficiente para assumir a
responsabilidade de seus atos.
As pessoas que opta pela relação pré-matrimonial,
por mais convicta e matura que esteja de seus atos, ou até mesmo com casamento
marcado, pode se machucar sentimentalmente para toda vida.
A personalidade masculina, marcada pela realidade
machista, tem a tendência de usar artimanhas para chegar, ainda no namoro, às
vias de fato. E este mesmo, quando conquista o deseja, tem a tendência de
perder o encanto e usar, para despedir a namorada, o alibe de que "ela é
como todas as outras: meninas fáceis". E só Deus sabe quanto o homem
atormenta a moça, para lograr exito na sua atividade de caça ou de colecionador de conquistas. É uma pena que a mulher também vinculada a esta
estrutura machista, cai na cilada, porque é muito pura, romântica ou por que
está super apaixonada (atenção: paixão passa!).
Quando a mulher se sente usada e enganada, por mais
que tenha consentido, e o homem a despede friamente, ela vai amargar por muito
tempo a decepção, a descrença, o desencanto, chegando às raias da depressão. E
o homem no desejo de travar novas conquistas enquanto não encontra uma mulher
que faça barreira, colocando-lhe limites, vai como um errante buscando
preencher o seu vazio e a sua indignidade como homem, que o faz carregar
remorsos e culpas...
VOCÊ JÁ OUVIU A MUSICA LARANJA LIMA DO PADRE
ZEZINHO? É isso ai, relação pré-matrimonial é como a laranja lima, doce no
início mas depois amarga, amarga, amarga. Pior é quando somado a amargura desta
relação, soma-se um filho indesejado, um pai relapso e ausente e uma mãe
revoltada.
Relação pré-matrimonio pode não ser
"careta", mas é uma realidade que desencanta a vida a dois, gera a
desconfiança e torna forçada uma relação que poderia ser tão linda e tão
saudável.
Relação pré-matrimonial é brincar com fogo. Sempre
ficam as mágoas, raiva, angustia...
Pe Marcos Leite de Azevedo, CP
O Santo do Dia - 19.05.13
Santo Ivo
Nasceu em Bretanha, região administrativa do oeste da França, em 1253.
Ivo recebeu uma ótima formação, formando-se em Filosofia, Teologia, Direito Eclesiástico e Civil. Um santo advogado, juiz e sacerdote.
Partiu para o céu com apenas 50 anos, mas deixou um testemunho muito forte, reconhecido como o ‘advogado dos pobres’.
Santo Ivo inclinou seu coração na presença de Deus, na busca da verdade, da misericórdia, da justiça e do amor.
O santo de hoje diz à família forense e a todos nós que, viver o amor e a justiça, é possível em Cristo Jesus.
Santo Ivo, rogai por nós!
Liturgia Diaria para 19 de maio de 2013
Primeira Leitura - At 2,1-11Salmo - Sl 103
Segunda Leitura - 1Cor 12,3b-7.12-13
Evangelho - Jo 20,19-23
Evangelho (João 20,19-23)
Domingo, 19 de Maio de 2013
Solenidade de Pentecostes
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.
22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
sábado, 18 de maio de 2013
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