segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Encontro nacional de padres começa na próxima semana

O 14ª Encontro Nacional dos Presbíteros será realizado a partir da próxima quarta-feira, 1º de fevereiro, em Aparecida (SP). O evento deverá contar com a presença de aproximadamente 500 padres de todo o Brasil. Coordenado pela Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o encontro ocorre até o dia 7, no auditório do Santuário Nacional de Aparecida.

O tema da reunião é “Identidade e Espiritualidade do Presbítero no processo de mudança de época”. O encontro será assessorado pelos padres João Batista Libânio e Jésus Benedito dos Santos.
Fonte: Arquidiocese de BH

Liturgia Diária

  1. Primeira leitura - 2Sm 18,9-10.14b.24-25a.30-19,3
  2. Salmo - Sl 85
  3. Evangelho - Mc 5,21-43
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 21Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão se reuniu junto dele, e Jesus ficou na praia. 22Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Quando viu Jesus, caiu a seus pés, 23e pediu com insistência: “Minha filhinha está nas últimas. Vem e põe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva!”
24Jesus então o acompanhou. Numerosa multidão o seguia e comprimia. 25Ora, achava-se ali uma mulher que, há doze anos, estava com hemorragia; 26tinha sofrido nas mãos de muitos médicos, gastou tudo o que possuía, e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais.
27Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão, e tocou na sua roupa. 28Ela pensava: “Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada”. 29A hemorragia parou imediatamente, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. 30Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele. E, voltando-se no meio da multidão, perguntou: “Quem tocou na minha roupa?” 31Os discípulos disseram: “Estás vendo a multidão que te comprime e ainda perguntas: ‘Quem me tocou’?”
32Ele, porém, olhava ao redor para ver quem havia feito aquilo. 33A mulher, cheia de medo e tremendo, percebendo o que lhe havia acontecido, veio e caiu aos pés de Jesus, e contou-lhe toda a verdade. 34Ele lhe disse: “Filha, a tua fé te curou. Vai em paz e fica curada dessa doença”.
35Ele estava ainda falando, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, e disseram a Jairo: “Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?” 36Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: “Não tenhas medo. Basta ter fé!” 37E não deixou que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. 38Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a confusão e como estavam chorando e gritando.
39Então, ele entrou e disse: “Por que essa confusão e esse choro? A criança não morreu, mas está dormindo”. 40Começaram então a caçoar dele. Mas, ele mandou que todos saíssem, menos o pai e a mãe da menina, e os três discípulos que o acompanhavam. Depois entraram no quarto onde estava a criança. 41Jesus pegou na mão da menina e disse: “Talitá cum” — que quer dizer: “Menina, levanta-te!” 42Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados. 43Ele recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Você é nosso convidado especial para um momento de oração, de contato direto com Deus, através do Santo Rosário. Colocando sua intenção particular ou coletiva para, por interseção de Nossa Senhora, Mãe de Jesus e Nossa, possamos alcançar as graças necessária para uma vida melhor e mais humana. Nesta terça-feira, às 19h30min, no Salão Paroquial.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Liturgia Diária - 26/jan/2012

2Tm 1,1-8 ou Tt 1,1-5
Sl 96(95)
Lc 10,1-9
Depois disso o Senhor escolheu mais setenta e dois dos seus seguidores e os enviou de dois em dois a fim de que fossem adiante dele para cada cidade e lugar aonde ele tinha de ir. Antes de os enviar, ele disse:
- A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, peçam ao dono da plantação que mande trabalhadores para fazerem a colheita. Vão! Eu estou mandando vocês como ovelhas para o meio de lobos. Não levem bolsa, nem sacola, nem sandálias. E não parem no caminho para cumprimentar ninguém. Quando entrarem numa casa, façam primeiro esta saudação: "Que a paz esteja nesta casa!" Se um homem de paz morar ali, deixem a saudação com ele; mas, se o homem não for de paz, retirem a saudação. Fiquem na mesma casa e comam e bebam o que lhes oferecerem, pois o trabalhador merece o seu salário. Não fiquem mudando de uma casa para outra.
- Quando entrarem numa cidade e forem bem recebidos, comam a comida que derem a vocês. Curem os doentes daquela cidade e digam ao povo dali: "O Reino de Deus chegou até vocês."

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Liturgia Diária - 25/jan/2012

1ª Leitura - At 22,3-16
Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 16,15-18
Naquele tempo,Jesus se manifestou aos onze discípulos,15e disse-lhes:"Ide pelo mundo inteiroe anunciai o Evangelho a toda criatura!16Quem crer e for batizado será salvo.Quem não crer será condenado.17Os sinais que acompanharãoaqueles que crerem serão estes:expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas;18se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortalnão lhes fará mal algum;quando impuserem as mãos sobre os doentes,eles ficarão curados".Palavra da Salvação.

Reflexão - Mc 16, 15-18
É comum ouvirmos pessoas rezarem pela conversão dos pecadores, mas é muito difícil vermos alguém rezar pela própria conversão. Isso acontece porque a maioria das pessoas acha que não precisa de conversão porque não comete aqueles pecados que possuem matéria mais grave e vive com certa constância uma religiosidade. Porém o Evangelho de hoje nos mostra que ser verdadeiramente cristão significa participar ativamente na obra evangelizadora da Igreja
a partir do envio que foi feito pelo próprio Jesus. Portanto, só é verdadeiramente convertido quem participa da missão evangelizadora da Igreja.

Descanso merecido

Desde de domingo, 22, os Pe Carlos Lages e Jardel Moreira estam de férias. As atividades paro quais estão sendo assistidas pelo Pe Bento da Paróquia de Santa Luzia, Lagoa Alegre

ASA/AVAPE oferece cursos de capacitação profissional para pessoas com deficiência

Visando preparar e capacitar pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade social para ser inserida no mercado de trabalho, a Ação Social Arquidiocesana (ASA), através da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (AVAPE), está oferecendo gratuitamente diversos cursos de capacitação profissional.
Os cursos ofertados no momento são: Informática; Atendimento ao Cliente, Empregabilidade; Rotinas Administrativas; Vendedor de Comércio Varejista e outros.
As inscrições estão abertas e estão sendo realizadas na sede da ASA/AVAPE, localizada no Centro Pastoral Paulo VI, na Avenida Frei Serafim, no horário de 8h às 14h de segunda a sexta. O candidato deve apresentar apenas seus documentos pessoais e ser maior que 14 anos para efetuar sua matrícula.

46ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais

papa-escrevendoO papa divulgou ontem, 24, a Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2012. Com o título “Silêncio e palavra: caminho de evangelização”, Bento XVI explica que as relações entre o silêncio e palavra são “dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas”.
Leia a íntegra da 46ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais:
Silêncio e palavra: caminho de evangelização
Amados irmãos e irmãs,
Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.
O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.
Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.
No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).
Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Onipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.
Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.
Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «ações e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.
Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.
Vaticano, 24 de Janeiro – Dia de São Francisco de Sales – de 2012.
BENEDICTUS PP XVI

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Liturgia Diária - 24/JAN/2012

Primeira leitura - 2Sm 6,12b-15.17-19
  1. Salmo - Sl 23
  2. Evangelho (Marcos 3,31-35)

Terça-Feira, 24 de Janeiro de 2012
São Francisco de Sales

 — O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 31chegaram a mãe de Jesus e seus irmãos. Eles ficaram do lado de fora e mandaram chamá-lo. 32Havia uma multidão sentada ao redor dele. Então lhe disseram: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura”. 33Ele respondeu: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 34E olhando para os que estavam sentados ao seu redor, disse: “Aqui estão minha mãe e meus irmãos. 35Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

"As palavras de Jesus questionando quem é sua mãe e quem são seus irmãos têm o sentido de revelar que o dom de Deus, n’Ele presente, não se restringe a laços consanguíneos privilegiados. Jesus substitui estes laços estabelecidos na tradição pelos laços do amor verdadeiro e sem fronteiras, que vão muito além dos limites de família ou raça. A verdadeira família é aquela constituída por pessoas que, fazendo a vontade de Deus, tornam-se discípulas de Jesus. A família consanguínea, pelo amadurecimento do amor, abre-se e solidariza-se com os mais excluídos e empobrecidos".
Padre Bantu Mendonça

HOJE, convite especial

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Liturgia Diária - 20/JAN/2012

1ª Leitura - 1Sm 24,3-21
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos,

A escolha dos doze apóstolos nos mostra a intenção que Jesus tem de formar o novo povo de Deus que irá substituir o povo da Antiga Aliança. De fato, a escolha dos doze não foi obra do ocaso, mas manifesta uma intenção. Assim como no Antigo Testamento, Deus forma o povo de Israel a partir das doze tribos dos descendentes de Abraão, a Igreja é o novo povo de Deus, o povo da Nova Aliança, formado a partir dos doze apóstolos de Jesus, que ele escolheu e enviou com poder para pregar e com autoridade para expulsar todo tipo de mal. Desse modo, entendemos que a Igreja é o novo povo de Deus, o povo da Nova Aliança

Blusa do Grupo

Já à venda a blusa do Terço dos Homens. Valor de R$ 15,00. tam P, M, G e GG. Falar com a coordenação, toda terça, às 19h, no salão paroquial.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Liturgia Diária 19/jan/2012

1ª Leitura - 1Sm 18,6-9; 19,1-7
Os espíritos maus gritavam: 'Tu és o Filho de Deus!'
Mas ele ordenava severamente para não dizerem quem ele era.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 3,7-12
O evangelho de hoje é uma continuação dos evangelhos anteriores e nos mostra que, se por um lado, as autoridades religiosas da época de Jesus não concordavam com o seu modo de agir e com os seus ensinamentos, por outro lado, a multidão cada vez mais aderia aos seus ensinamentos e procurava em Jesus a solução para os seus problemas, naturais ou espirituais. A visão institucionalizada da fé é importante porque nos ajuda a viver comunitariamente o nosso relacionamento com Deus, mas pode ser perigosa enquanto pode submeter o próprio Deus aos critérios da razão humana ou legitimar, em nome de Deus, relacionamentos e costumes meramente humanos que podem até ser opressores e excludentes.                        

"A ARANHA"

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte
maneira:

- Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar...
Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- Vamos, entremos nesta trilha.
- Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui.  Continuemos procurando nas próximas trilhas.
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança Nele para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
Nunca desanime em meio às lutas, siga em frente, pois Deus disse:
“diga ao fraco que Eu sou forte”. 
São nos momentos mais difíceis que encontramos em Deus a nossa força

TERÇO DOS HOMENS





ELAS PEDIRAM E OS HOMENS ESTÃO ATENDENDO COM O TERÇO DOS HOMENS
ASSIM COMO TODAS NOSSAS SENHORAS É UMA SÓ, O TERÇO DOS HOMENS MOVIMENTO MARIANO
SEJA COM QUE NOME FOR, TAMBÉM O É.
O IMPORTANTE É SUA PRESENÇA - COLOQUE-O EM SUA AGENDA.
TODA TERÇA, ÀS 19h30min, SALÃO PAROQUIAL

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Liturgia Diária 18/jan/2012

1ª Leitura - 1Sm 17,32-33.37.40-5l
É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal?
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 3,1-6

Grupo do Terço dos Homens no festejo de São Sebastião




Terço, missa/novena, leilão e muita religiosidade. Está assim acontecendo no bairro São Sebastião que festeja seu padroeiro. Nesta terça, 17, a presença do Grupo do Terço dos Homens da Paróquia N Sra dos Remédios agitou a celebração. Mais de 50 homens do grupo e dezenas da Comunidade fizeram a primeira parte da Missa: a reza do terço. "foi um momente emocionante pra nós, pois, estamos com o grupo a pouco tempo e a nossa vinda aos festejos de São Sebastião motivou ainda mais os homens na devoção a Maria", falou o coordenador, Augusto, que agradeceu o convite e anunciou para próxima terça, 24, mais um encontro no salão paroquial. A Celebração Eucarística foi presidida pelo Pe Bento da cidade de Lagoa Alegre

domingo, 15 de janeiro de 2012

Morre o bispo emérito de Mossoró, dom José Freire de Oliveira

O bispo emérito de Mossoró (RN), dom José Freire de Oliveira Neto, 83 anos, faleceu na madrugada de ontem, 10, no Hospital Wilson Rosado, vítima de uma parada cardíaca. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital desde o dia 31 de dezembro de 2011, em função de um Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico.
O corpo de dom José Freire foi conduzido para Apodi (RN), sua cidade natal, onde foi velado. Em seguida o corpo retornou à Mossoró, onde está sendo velado na Catedral de Santa Luzia. Neste momento acontece a missa de corpo presente e em seguida será realizado o sepultamento na própria Catedral.
Dom José Freire de Oliveira Neto nasceu no dia 9 de março de 1928, em Apodi. De 1950 a 1952 cursou Filosofia no Seminário Central de São Leopoldo (RS), seguindo, logo após, para Roma onde cursou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana. No dia 22 de setembro de 1956, foi ordenado presbítero, em Roma, por dom Luís Luigi Traglia. Em 1973, foi nomeado bispo auxiliar de Mossoró. Já em 1979 foi nomeado bispo coadjutor. Assumiu interinamente a diocese em 1984, por ocasião da renúncia de dom Gentil Diniz Barreto. De 1984 a 2004, dom José esteve à frente da diocese de Mossoró.
No Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e RN) desempenhou o cargo de Coordenador da Comissão de Catequese.
NOSSAS ORAÇÕES!!!

liturgia Diaria - 16.01.2012


Mc 2,18-22
Os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Algumas pessoas chegaram perto de Jesus e disseram a ele:
- Os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam. Por que é que os discípulos do senhor não jejuam?
Jesus respondeu:
- Vocês acham que os convidados de um casamento jejuam enquanto o noivo está com eles? Enquanto ele está presente, é claro que não jejuam! Mas chegará o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; então sim eles vão jejuar!
- Ninguém usa um retalho de pano novo para remendar uma roupa velha; pois o remendo novo encolhe e rasga a roupa velha, aumentando o buraco. Ninguém põe vinho novo em odres velhos. Se alguém fizer isso, os odres rebentam, o vinho se perde, e os odres ficam estragados. Por isso, o vinho novo é posto em odres novos.
 


Dia: 15/01/2012
Primeira Leitura: 1º Samuel 3, 3-10.19
 Naqueles dias, 3e a lâmpada de Deus ainda não se apagara. Samuel repousava no templo do Senhor, onde se encontrava a arca de Deus. 4O Senhor chamou Samuel, o qual respondeu: Eis-me aqui. 5Samuel correu para junto de Heli e disse: Eis-me aqui: chamaste-me. Não te chamei, meu filho, torna a deitar-te. Ele foi e deitou-se. 6O Senhor chamou de novo Samuel. Este levantou-se e veio dizer a Heli: Eis-me aqui, tu me chamaste. Eu não te chamei, meu filho, torna a deitar-te. 7Samuel ainda não conhecia o Senhor; a palavra do Senhor não lhe tinha sido ainda manifestada. 8Pela terceira vez o Senhor chamou Samuel, que se levantou e foi ter com Heli: Eis-me aqui, tu me chamaste. Compreendeu então Heli que era o Senhor quem chamava o menino. 9Vai e torna a deitar-te, disse-lhe ele, e se ouvires que te chamam de novo, responde: Falai, Senhor; vosso servo escuta! Voltou Samuel e deitou-se. 10Veio o Senhor pôs-se junto dele e chamou-o como das outras vezes: Samuel! Samuel! Falai, respondeu o menino; vosso servo escuta! 19Samuel crescia, e o Senhor estava com ele. Ele não negligenciava nenhuma de suas palavras. - Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial(39)
 REFRÃO: Eu disse: Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade.!
1. Esperei no Senhor com toda a confiança. Ele se inclinou para mim, ouviu meus brados. - R.
2. pôs-me nos lábios um novo cântico, um hino à glória de nosso Deus. Muitos verão essas coisas e prestarão homenagem a Deus, e confiarão no Senhor. - R.
3. Não vos comprazeis em nenhum sacrifício, em nenhuma oferenda, mas me abristes os ouvidos: não desejais holocausto nem vítima de expiação. Então eu disse: Eis que eu venho. No rolo do livro está escrito de mim: - R.
4. Então eu disse: Eis que eu venho. No rolo do livro está escrito de mim: fazer vossa vontade, meu Deus, é o que me agrada, porque vossa lei está no íntimo de meu coração. - R.
5. Anunciei a justiça na grande assembléia, não cerrei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis. - R.
Segunda Leitura: 1º Coríntios 6, 13-15.17-20
Naqueles dias, 13Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos: Deus destruirá tanto aqueles como este. O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo: 14Deus, que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder. 15Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, então, os membros de Cristo e os farei membros de uma prostituta? De modo algum! 17Pelo contrário, quem se une ao Senhor torna-se com ele um só espírito. 18Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo. 19Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? 20Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo. - Palavra do Senhor.
Evangelho: João 1, 35-42
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João - Naquele tempo, 35No dia seguinte, estava lá João outra vez com dois dos seus discípulos. 36E, avistando Jesus que ia passando, disse: Eis o Cordeiro de Deus. 37Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. 38Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que procurais? Disseram-lhe: Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras? 39Vinde e vede, respondeu-lhes ele. Foram aonde ele morava e ficaram com ele aquele dia. Era cerca da hora décima. 40André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido João e que o tinham seguido. 41Foi ele então logo à procura de seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo). 42Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra). - Palavra da salvação.